quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

TELB4 - Oportunidade X Risco (28/01/2010)

Dados históricos (Diario, Semanal, Mensal e Anual) e análise de tendências para tomada de decisão:













quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

GP Investimentos avalia entrar no setor de imóveis de baixa renda.

Plano é comprar empresas que já atuam nesse segmento e fundi-las em uma única companhia.

Leia matéria completa em http://portalexame.abril.com.br/negocios/gp-investimentos-avalia-entrar-setor-imoveis-baixa-renda-528920.html

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

sábado, 23 de janeiro de 2010

JBDU4 - Panorama Completo (Explicações)

Algumas análises mais detalhadas sobre as planilhas da JBDU4 publicadas anteriormente:


Considerando últimos 30 dias:
-Aumento de volume financeiro bastante considerável desde 11/01/2010;
-Apresenta os maiores valores desse periodo;
-Está numa seqüência de alta sem apresentar tendencia de baixa;
-Pode continuar na seqüência de alta por mais algum tempo, mas é mais provável que se inicie uma sequência de queda ou estabilização;
-Suportes : R$0,13 R$0,11 R$0,11
-Resistências: R$0,17 R$0,19 R$0,22


Conclusões:
-Nos próximos dias "pode" oscilar entre R$0,11 e R$0,22;
-Para DTs e STs, excelente oportunidade, mas com elevado risco (é preciso muito cuidado e habilidade);
-Para quem pensa em menos de 6 meses, há oportunidade de ganho porém é um momento que oferece risco elevado, melhor aguardar uma melhor definição de tendência;


Considerando últimas 30 semanas:
-Aumento de volume financeiro bastante considerável desde a semana que iniciou em 11/01/2010;
-Apresenta os valores oscilando entre o maior e o menor desse periodo, ou seja, sem definição de tendência;
-Suportes : R$0,11 R$0,09 R$0,07
-Resistências: R$0,17 R$0,21 R$0,26


Conclusões:
-Nos próximos 6 meses "pode" oscilar entre R$0,07 e R$0,26;
-Continua excelente para DTs e STs, com os devidos cuidados;
-Bom para quem pensa além de 6 meses, mas é preciso acompanhar para identificar um bom ponto de entrada;


Considerando últimos 30 meses:
-Aumento de volume financeiro muito acima da média a partir deste mês de Jan/2010;
-Apresenta valores "médios" desse periodo, os maiores ficaram em Fev/2008, os menores em Abr/2009;
-Está numa boa seqüência de alta sem apresentar nenhuma tendencia de baixa;
-Deve continuar na seqüência de alta;
-Suportes : R$0,21 R$0,19 R$0,16 (Todos acima da cotação atual)
-Resistências: R$0,28 R$0,34 R$0,39


Conclusões:
-Nos próximos 12 meses "pode" chegar entre R$0,16 e R$0,39;
-Muito Bom para quem pensa em pelo menos 12 meses, mas é preciso acompanhar para identificar um bom ponto de entrada para não entrar em desespero em caso de oscilações que com certeza irão ocorrer ao longo deste período;


Obs:


-Olhando a planilha (eu que já estou acostumado), em poucos segundos, identifico tudo isto e sei se é um bom momento para compra ou venda; mas para escrever tudo isto aqui, procurando ser claro, demorei em torno de 60 minutos;

-Estas análises foram feitas com base nos números disponíveis até hoje e é provavel que haja alterações a medida em que o "mercado se movimenta"; porisso procuro identificar alguns ativos em que tenho condições de manter o foco, para sempre manter a planilha atualizada para corrigir desvios e rever estratégias;


Espero ter contribuido positivamente ...


Bons Negócios ...

P.S. : Continuo com foco total nas TOYB3 e TOYB4 ... Mas vou incluir a JBDU4 na minha lista das preferidas após as TOYBs ...

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

JBDU4 - Panorama Completo

Panorama completo para complementar os estudos do nosso colega SOCOMERCIAS:
- Diario : últimos 30 dias
- Semanal : últimas 30 semanas
- Mensal : útlimos 30 meses
- Anual : últimos 30 anos








quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Uma questão de milésimos

A bolsa de valores brasileira está próxima de se tornar um pregão de alta velocidade -- onde cinco operações de compra ou venda são feitas num piscar de olhos

No começo de 2010, a bolsa de valores brasileira deve entrar para o grupo dos pregões mais velozes do mundo. Assim que a Comissão de Valores Mobiliários, o órgão que faz o papel de xerife do mercado de capitais, der sua aprovação, gestores de recursos poderão colocar seus servidores a poucos metros do computador central da bolsa que processa os pedidos de compra e venda. Com isso, terão condições de fazer negócios em prazos de 10 milésimos de segundo -- será possível fechar cinco operações num período de tempo equivalente a um piscar de olhos. Hoje, os gestores de fundos conhecidos como "de alta frequência" colocam seus servidores dentro de corretoras e, na melhor das hipóteses, fazem uma operação em cerca de 40 milésimos de segundo. "As maiores bolsas do mundo já alugam um espaço próximo ao seu computador porque há muitos investidores interessados em lucrar com minúsculas diferenças de preço. Chegar antes vale dinheiro", diz Edemir Pinto, presidente da BM&F Bovespa.
Essa alucinada corrida contra o tempo diz muito sobre o funcionamento do mercado financeiro -- no mundo e, cada vez mais, no Brasil. Nele, o conceito de velocidade vem sendo sistematicamente redefinido. Para fazer um bom negócio é preciso fazê-lo antes de qualquer outro. Esperar por algumas dezenas de milésimos de segundo para concluir uma transação é esperar uma eternidade para algumas categorias de investidores. O principal motivo dessa mudança foi o crescimento dos fundos que usam softwares para analisar a trajetória de ações, títulos e moedas e que disparam automaticamente ordens de compra e venda. A lógica da maioria deles é completamente diferente da do investidor comum. Eles não querem comprar uma ação e ficar com ela por meses ou anos. A estratégia dos aplicadores de alta frequência é aproveitar distorções momentâneas de preço de papéis e índices para comprá-los quando estão baratos e vendê-los com lucro. Isso tudo num ritmo tresloucado, várias vezes por dia.

Com poder de análise e velocidade sobre-humana, as máquinas brigam entre si para ver qual consegue identificar uma oportunidade de ganho mais rapidamente. Mas o que tudo isso significa para o investidor comum? Para quem aplica em ações pensando no longo prazo, os efeitos são positivos. Diz Daniel Mendonça de Barros, sócio na corretora Link, de São Paulo: "Como compram e vendem continuamente, esses fundos dão mais liquidez ao mercado -- há compradores e vendedores para as ações mesmo em momentos de grande nervosismo nos pregões". Para os investidores que operam várias vezes ao dia -- os day traders, na expressão em inglês usada no Brasil --, as consequências são diferentes. Como tanto eles quanto os gestores de alta frequência buscam a mesma coisa -- aproveitar distorções momentâneas no preço das ações --, os day traders se tornam competidores da segunda divisão quando confrontados com o novo aparato tecnológico. "Um ser humano com a mesma estratégia de um software vai perder sempre. É o arco e flecha contra a metralhadora", diz Raphael Juan, executivo responsável por produtos da CMA, uma das líderes em softwares de negociação eletrônica no mercado financeiro brasileiro.

Nos Estados Unidos e na Europa, as novas armas de fogo do mercado financeiro são motivo de polêmica. Para alguns políticos britânicos, os softwares teriam subvertido a lógica do mercado de capitais ao transformar os pregões em videogame. Na visão desses críticos, os investidores de bolsa deveriam cumprir apenas o papel de provedores de capital para as empresas. Na mão contrária, os defensores dos softwares argumentam que eles são importantes porque, como exploram as distorções do mercado, tendem a diminuir a volatilidade dos pregões. Se uma ação está caindo demais sem justificativa, eles compram -- prática que muitas vezes suaviza as quedas. Outra questão levantada contra os gestores de alta frequência é a da competição desleal. Nos Estados Unidos, parte deles paga uma tarifa para ter acesso antecipado às ordens de compra e venda de outros investidores -- o que permite ajustar as estratégias de acordo com o mercado. Os executivos da BM&F Bovespa dizem que aqui essa prática é proibida e que não haverá privilégio.

No Brasil, o segmento dos fundos com softwares ainda é incipiente -- estima-se que não chegue a duas dezenas. Na bolsa de futuros, em que desde junho é possível alugar um espaço ao lado do computador central e fazer operações em 10 milésimos de segundo, os investidores de alta frequência respondem por 6% do volume diário. Nos Estados Unidos, o percentual é superior a 50%. Na Europa, é 35%. "A entrada da bolsa de valores brasileira no clube da alta velocidade deve tornar o mercado local mais parecido com o americano e o europeu", diz Cícero Vieira, diretor de operações e de tecnologia da informação da BM&F Bovespa. A expectativa é que, em três anos, os investidores de alta frequência respondam por 30% do mercado local. Para quem estiver interessado em operar com uma metralhadora nas mãos, um aviso: o desenvolvimento de um software competitivo custa mais de 2 milhões de reais. E economizar nesse quesito pode ser mortal. "Não adianta disputar uma prova de Fórmula 1 num Chevette", diz Marcos Duarte, sócio da gestora Polo Capital, do Rio de Janeiro.

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Fonte: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0959/financas/questao-milesimos-521769.html

domingo, 10 de janeiro de 2010

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

10 milhões de dólares por dia

Mais uma história muito interessante de sucesso em investimentos de risco ...

Em meio à maior crise financeira dos últimos 70 anos, um desconhecido investidor ganhou fama de midas das finanças. Foi quando John Paulson, até então um joão-ninguém no bilionário mundo dos hedge funds americanos, fez a mais bem-sucedida aposta da história. Ele ganhou 4 bilhões de dólares em 2007 justamente ao apostar que o mercado imobiliário entraria em crise.


Como isso foi possível? A aposta de Paulson teve como base a descoberta de que os preços de imóveis nos Estados Unidos tinham chegado a patamares insustentáveis, ao contrário do que especialistas afirmavam. O gestor investiu, então, bilhões de dólares na compra de seguros para títulos atrelados a hipotecas subprime (as de alto risco). Paulson imaginava que, quando a bolha estourasse e as pessoas tivessem dificuldade de pagar o financiamento de suas casas, a procura por esse tipo de seguro dispararia -- e seu preço, também. Se a bolha não estourasse, as perdas seriam pequenas, pois o custo do seguro era fixo. A aposta deu certo. Quando os bancos divulgaram balanços negativos em fevereiro de 2007, os papéis de Paulson, que não valiam quase nada quando foram comprados, dispararam. Em um dia, ele faturou 1,25 bilhão de dólares. Enquanto o sistema financeiro global começava a ruir como um castelo de cartas, o gestor americano iniciava seu período de glória.

Reportagem completa : http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0959/financas/10-milhoes-dolares-dia-521775.html